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› Curiosidade |
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Todos os casamentos de Elizabeth Taylor
Foram oito no total. Duas vezes com Richard Burton, de março de 1965 a junho de 1974, e depois de outubro de 1975 a julho de 1976. O primeiro casamento deles aconteceu em Montreal, no Canadá. O segundo, em Botsuana, país africano.
Seu segundo marido, Michael Wilding, era 20 anos mais velho. O último, Larry Fortensky, é 20 anos mais jovem.
Seu terceiro marido, Mike Todd, morreu num acidente aéreo e lhe deixou uma grande herança.
Ela se separou do quarto marido, Eddie Fisher, depois de um escandaloso caso de adultério com Richard Burton durante as filmagens de Cleópatra.
Entre 1982 e 1989, ela anunciou e cancelou dois noivados.
1950: Conrad ?Nick? Hilton (herdeiro da cadeia de hotéis Hilton)
1952: Michael Wilding (ator)
1957: Mike Todd (produtor de teatro e cinema)
1959: Eddie Fischer (cantor e ator)
1964: Richard Burton (ator)
1975: Richard Burton
1976: John Warner (senador e fazendeiro)
1991: Larry Fortensky (ex-caminhoneiro)
Casamentos curiosos
• Na Copa do Mundo da França, em 1998, a brasileira Rosângela de Souza e o norueguês Oivind Ekeland se casaram bem no centro do gramado do Estádio Vélodrome, em Marselha. A cerimônia aconteceu antes da partida Brasil x Noruega.
• Em seu casamento, quando chegou o momento de Mark Meltz colocar a aliança no dedo da noiva Hillary Feinberg, ele mostrou uma chapa de raio X de sua cadela. É que o animal havia engolido a aliança de Hillary no dia anterior. Felizmente a cadela vomitou o anel no dia seguinte.
• Reinaldo Rocha é um valadarense que saiu do Brasil em busca de melhores condições de trabalho em Boston, nos Estados Unidos. Quando foi embora, deixou por aqui Edna Santos, com quem namorava há cinco anos. Em fevereiro de 2001, os dois se casaram, cada um da sua cidade, sem nem precisar pegar avião para vencer a distância de 7 mil quilômetros. Como? Por videoconferência! Os noivos se viram e disseram "sim" por um monitor de TV. Esse recurso, muito usado por médicos em grandes centros hospitalares e para educação a distância, permite trocar imagens e sons em alta velocidade por meio de linhas de transmissão especiais.
• O casamento mais longo da história durou 86 anos. Os americanos Lazarus Rowe e Molly Weber, do Estado de New Hampshire, casaram-se em 1743. Tinham 18 anos. O casamento só acabou quando ele morreu aos 104 anos.
• No Sri Lanka, o jovem Khalid Mosood escreveu cerca de 700 cartas propondo casamento que ele conhecera na cidade de Galle. A moça acabou se casando com o carteiro.
Fonte: http://guiadoscuriosos.ig.com.br/index.php?cat_id=53424&pag_id=111377
• O distribuidor de revistas norte-americano Todd McDevitt pediu Maribeth Castelli em casamento por meio de uma história da Mulher Maravilha. Ele procurou o editor-chefe da DC Comics, Paul Levitz, e lhe perguntou se seria possível publicar a proposta. Levitz levou a idéia para o editor da revista, que acabou topando. O pedido apareceu na página 20 da publicação número 179 e foi elaborado por Phil Jimenez com base em fotos do casal.
• Em outubro de 2004, Kamarudin Mohammed, um aposentado de 72 anos da Malásia, se casou pela 53ª vez. A noiva era a sua primeira esposa, de quem havia se separado no passado. Como seguia o islamismo, Kamarudin podia ter quatro mulheres de uma vez, mas isto nunca ocorreu. Ele declarou à imprensa: "Não acredito em casar com mais de uma ao mesmo tempo. Também não aprovo casos passageiros".
• O casamento do príncipe herdeiro de Brunei Al-Muhtadee Billah Bolkiah com a jovem Sarah Salleh, em 2004, custou 5 milhões de dólares. O casal usou roupas cobertas de ouro e diamantes e desfilou para a população em um dos 150 Rolls-Royce dourados da coleção do pai do noivo, o sultão Hassanal Bolkiah. Achou caro? Pois saiba que foi um casório bem simples para os padrões locais. A festa de aniversário de 50 anos de Hassanal, por exemplo, saiu a bagatela de 35 milhões de dólares.
• O casal chinês Wu Wei e Lin Teng fez sua cerimônia de enlace matrimonial debaixo d'água. Eles subiram ao altar no Parque do Mundo Submarino, em Hainan (China), em 2005. Foi o primeiro casório submerso no país.
Aliança de casamento
Por volta de 2800 a.C., os egípcios usavam um anel para simbolizar o casamento. Para eles, um círculo, não tendo começo nem fim, simbolizava a eternidade para a qual o casamento era destinado. Dois mil anos depois, surgiu entre os gregos a crença de que um ímã também podia atrair o coração. Eles acreditavam também que o dedo anular esquerdo possuía uma veia que levava diretamente ao coração. Assim, começaram a usar um anel de ferro imantado nesse dedo, para que os corações dos amantes ficassem atraídos para sempre. O costume passou aos romanos e a Igreja manteve a tradição.
• Na China, antigamente, os noivos só se conheciam no dia do casamento. Segundo a tradição, a noiva chinesa escolhe suas damas de honra entre as moças mais feias do local, para que assim ela seja a mais bela.
• O conceito de casal, próximo do que temos hoje, surgiu no século XIII. ?O homem e a mulher deveriam cooperar e gerir o casamento como se fosse um negócio?, diz Carlos Roberto Nogueira, professor de História da USP e especialista em Idade Média.
• Jesus, Alegria dos Homens, de Bach, Marcha Nupcial, de Mendelssohn, Ave Maria, de Schubert, e Noturno, de Chopin, são algumas das canções mais tocadas em casamentos.
• Antigamente, os casamentos no Brasil eram consagrados apenas pela Igreja Católica. Em 1861, entrou em vigor a primeira lei dispondo sobre cerimônias de outras religiões. O registro civil foi outorgado em um decreto de 24 de janeiro de 1890, logo após a Proclamação da República.
• O primeiro país a adotar o casamento no civil foi a Inglaterra. Isso ocorreu em 1650.
• Giovanni Vigliotto usou diversos nomes falsos para poder se casar 104 vezes em 14 países diferentes.
• Em Blangadesh, ocorreu em 1986 o casamento dos noivos mais jovens do mundo. Ela tinha 3 meses; ele, 11 meses. A união encerrou uma disputa por terras.
• A imprensa divulgou em maio de 2005 que uma noiva fujona foi condenada a pagar 50 mil dólares de multa. Quatro dias antes da cerimônia de casamento, que se realizaria em Duluth (EUA), Jennifer Willbanks desapareceu. Foi encontrada dias depois em Albuquerque (Novo México) e, quando questionada, disse ter sido seqüestrada, levando a polícia a iniciar uma busca nacional. Desmascarada, Jennifer justificou-se alegando ter ficado "nervosa" com a idéia de subir ao altar. Além do dinheiro, ela foi condenada a prestar 120 horas de serviços comunitários e ficar 2 anos em liberdade condicional.
• Um casal indiano se casou pelo telefone celular em 4 de julho de 2005. O noivo não conseguiu chegar ao local da cerimônia por causa das enchentes que alagou as estradas do estado de Gujarat (Índia).
Fonte: http://guiadoscuriosos.ig.com.br/index.php?cat_id=50056&pag_id=107220
BODAS
Ritual vem de Roma
Mas foi na Inglaterra que a rainha Vitória, ousada para o seu tempo, inaugurou o casamento por amor e de branco.
A cerimônia, com noiva e culto religioso, nasceu na Roma antiga. Não se sabe ao certo em que ano, mas vêm de lá as primeiras notícias de mulheres vestirem-se especialmente para a ocasião. Prendiam flores brancas (símbolo de felicidade e longa vida) e ramo de espinheiro (afasta os maus espíritos) ao cabelos, além de se perfumarem com ervas aromáticas. Virou tradição. Desde então, o figurino da noiva ganhou novos símbolos, entre eles o véu, uma referência à deusa Vesta (da honestidade), que na mitologia greco-romana era a protetora do lar. Não é por acaso que a cerimônia de casamento tenha nascido em Roma.
Avançado para sua época, foram os romanos os primeiros a propor uma união “de direito”, instituindo a monogamia e a liberdade da noiva se casar espontaneamente, diante de juízes, testemunhas e com as garantias da lei. Durante a Idade Média, as mulheres perderem terreno e escolher o noivo passou a ser uma questão de família. O período, o noivado tornou-se mais importante reunindo na igreja, além dos noivos, pais e convidados para troca de aliança em ofício religioso.
Um embrião dos casamentos atuais. Na era medieval, o vermelho foi a cor nupcial preferida. Simbolizava “sangue novo” para a continuação da família e numa celebração acompanhada de muito ouro. Parecido aos dias de hoje em que a suntuosidade indica o poder da família. Mas foi uma rainha, de nome Vitória, que na Inglaterra inaugurou o primeiro visual de noiva, tal qual o de hoje.
Apaixonada pelo primo, o Príncipe Albert de Saxe Cobourg-Gotha, ela tomou a iniciativa de pedi-lo em casamento (o protocolo de época dizia que ninguém poderia fazer tal pedido a uma rainha). Ele aceitou. Foi a primeira vez que se teve notícia de alguém casar por amor. Vitória foi mais ousada: acrescentou ao seu traje nupcial algo proibido para a rainha na época – um véu (para provar sua identidade, em público, a soberana jamais se cobria). Nascia aí um costume que atravessaria o tempo e daria a Vitória o reconhecimento de trazer para a nossa época o amor, como sentimento básico para unir um homem e uma mulher. Com a chegada de uma nova classe social – a burguesia -, cria-se um código para sinalizar quando a mulher era virgem: casar de branco.
Era a garantia ao futuro marido de sua descendência, já que a virgindade significava a legitimidade da prole.
Do pintor ao Fotografo
Retratos de noivas eram privilégios de nobres que podiam pagar um pintor. A fotografia democratizou o processo.
Existem poucos registros sobre as primeiras fotografias de casamento feitas no mundo. Sabe-se que elas começaram em meados do século passado. Nos Estados Unidos, por exemplo, por volta de 1850, estimavam-se cerca de 3 milhões de fotos profissionais tiradas por ano.
Pela complexidade do processo na época – enormes câmaras de foles e chapas em que o fotógrafo fazia a própria química – a maioria era produzida em estúdio. Mas foi na virada para o século XX que as fotografias definitivamente incorporaram o ritual do matrimônio, abrindo assim um novo campo profissional – o do fotógrafo de casamento. Ele utilizava um equipamento caríssimo e gozava de grande prestígio social.
Os serviços eram caros e viraram símbolo de status de família muito ricas. Não foram poucos os fotógrafos que constituíram fortunas nesse período. No Brasil, há indícios que o primeiro estúdio de noivas surgiu em S. Paulo, no final do século passado. Ele funcionou por três gerações até fechar as portas. Mas foi depois do pós-guerra que a fotografia de casamentos se tornou acessível a todas as classes sociais.
Os equipamentos ficaram compactos e mas fáceis de usar, a fotografia ganhou uma impressionante qualidade, e houve um barateamento generalizado do serviço. Com isso, multiplicou-se em várias vezes o número de fotógrafos, acirrando a concorrência. Veio uma degradação profissional tirando o prestígio dos fotógrafos dos tempos passados.
Há 150 anos...
Duas invenções mudaram o ritual do casamento e fizeram surgir novas profissões: a máquina de costura e a fotografia. Com elas, vieram o fotógrafo e o estilista de noivas.
No Brasil, até a década de 50, costumava-se fazer fotos das noivas no estúdio, antes de irem para a igreja.
Aos sábados, formavam-se longas filas na porta dos fotógrafos. |
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